domingo, 27 de dezembro de 2015

LIVRO PALAVRAS DE VIDA ETERNA - CAP. 41 - SE ANDARMOS NA LUZ - MARIA CAMPOS - 27-12-2015

SE ANDARMOS NA LUZ

Se andarmos na luz como Ele está, temos comunhão uns com os outros..." - João (I João, 1:7.)

Tanta vez, dissensões e incompreensões nos separam..
Resoluções da vida particular, incompatibilidades, interpretações discordantes, ressentimentos E, com isso, consideráveis perdas de tempo e trabalho nos arruínam as tarefas e perturbam a vida Retiramo-nos do campo de serviço, prejulgamos erroneamente pessoas e fatos, complicamos os problemas que nos dizem respeito e desertamos da obra a realizar..
Contudo, não nos sobrevirão semelhantes desastres, se andarmos na luz, porque, na claridade irradiante do Mestre, compreenderemos que todos partilhamos as mesmas esperanças e as mesmas necessidades Se nos movimentamos ao Sol do Evangelho, saberemos identificar o infortúnio, onde cremos encontrar simplesmente rebeldia e desespero, e a chaga de ignorância, onde supomos existir apenas maldade e crime..
Percebemos que o erro de muitos se deve à circunstância de não haverem colhido as oportunidades que nos felicitam a existência, e reconheceremos que, situados nas provas que motivaram a dor de nossos irmãos caídos em delinquência, talvez não tivéssemos escapado à dominação da sombra É que a luz do Senhor nos fará sentir o entendimento real..
Não bastará, no entanto que ela fulgure tão-somente em nossa razão e pontos de vista É necessário andarmos nela, assimilando-lhe os sagrados princípios, para que assinalemos em nós a presença da verdadeira caridade, a alavanca divina que, por agora, é a única força capaz de sustentar-nos em abençoada comunhão uns com os outros.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

LIVRO PALAVRAS DE VIDA ETERNA - CAP. 40 - ENQUANTO PODES - MARIA CAMPOS - 21-12-2015 (VÍDEO/ÁUDIO)

LIVRO PALAVRAS DE VIDA ETERNA - CAP. 40 - ENQUANTO PODES - MARIA CAMPOS - 21-12-2015

ENQUANTO PODES

“Tu, porém, por que julgas teu irmão ? e tu, por que desprezas o teu ? pois todos compareceremos perante o Tribunal de Cristo”. PAULO (ROMANOS, 14:10.)

Constrangido a examinar a conduta do companheiro, nessa ou naquela circunstância difícil, não lhe condenes os embaraços morais.
Lembra-te dos dias de cinza e pranto em que o Senhor te susteve a queda a poucos milímetros da derrota.
Não te acredites a cavaleiro dos novos problemas que surgirão no caminho ...
Todo serviço incompleto, que deixaste na retaguarda, buscar-te-á, de novo, o convívio para que lhe ofereças acabamento. E o remate legal de todas as nossas lutas pede o fecho do Amor puro como selo da Paz Divina.
As pedras que arremessaste ao telhado alheio voltarão como tempo sobre o teto em que te asilas, e os venenos que destilastes sobre a esperança dos outros tornarão, no hausto da vida, ao clima de tua própria esperança, testando-te a resistência.
Aprende, pois, desde hoje, a ensaiar tolerância e entendimento, para que o remédio por ti mesmo encomendado às mãos do “agora” não te amargue a existência, destruindo-te o coração.
Toda semente produz no solo do tempo e as almas imaculadas não povoam ainda a Terra.
Distribui, portanto, a paciência e a bondade com todos aqueles que se enganaram sob a neblina do erro, para que te não faltem a paciência e a bondade do irmão a que te arrimarás no dia em que a sombra te ameace o campo das horas.
Auxilia, enquanto podes.
Ampara, quanto possas.
Socorre, quanto possível.
Alivia, quanto puderes.
Procura o bem, seja onde for.
E, enquanto podes, desculpa sempre, porque ninguém fugirá do exato julgamento na eterna lei.

sábado, 5 de dezembro de 2015

LIVRO PALAVRAS DE VIDA ETERNA - CAP. 39 - NO AUXÍLIO DE TODOS - MARIA CAMPOS - 05-12-2015

NO AUXÍLIO DE TODOS

“Pelos reis e por todos que estão em eminência, para que tenhamos uma vida justa e sossegada em toda a piedade e honestidade.”
Paulo (I TIMÓTEO, 2:2.)

Comumente, em nossos recintos de conversação e prece, voltamo-nos
compassivamente para os nossos companheiros menos felizes do mundo.
Apiedamo-nos sem dificuldade dos enfermos e dos desesperados, dos que se afundaram nas águas lodosas da miséria ou que foram vitimados por flagelos públicos.
Oramos por eles, relacionando-lhes as necessidades que tentamos socorrer na medida de nossos recursos.
Entretanto, o Apóstolo Paulo, em suas recomendações à Timóteo, lembra-nos o amparo espiritual que devemos a quantos suportam na fronte a coroa esfogueante da autoridade, comandando, dirigindo, orientando, esclarecendo e instruindo...
São eles, os nosso irmãos conduzidos à eminência do poder e da fortuna, da administração ou da liderança, que carregam tentações e provas ocultas de toda espécie, padecendo vicissitudes que, muita vez retratam de lamentável maneira nas coletividades que influenciam.
A feição de pastores dementados, quando se não, compenetram dos deveres que lhe são próprios, sofrem perturbações aflitivas que se projetam sobre as ovelhas que lhes recolhem a atuação, criando calamidades morais e moléstias coletivas de longo curso, que atrasam a evolução e atormentam a vida.
Não nos esqueçamos, pois, da oração pelos que dirigem, auxiliando-nos com a benção da simpatia e da compaixão, não só para que se desincumbam zelosamente dos compromissos que lhes selam a rota, mas também para que vivamos, com o sadio exemplo deles, na verdadeira caridade uns para com os outros, sob a inspiração da honestidade, que é base de segurança em nosso caminho.

ESTUDO DO LIVRO "DE VOLTA AO PASSADO" - 04/12/2015 - PARTE 43 - FACILITADOR: ALEXANDRE X. DE CAMARGO

https://www.youtube.com/watch?v=4f8YLL1JNjY&feature=youtu.be